Na residência dele, a polícia afirma ter apreendido cinco cartões de crédito e cinco identidades falsas com diferentes nomes. No local, a polícia encontrou ainda um guarda-roupas repleto de produtos luxuosos, entre eles roupas, óculos e relógios de marca.
Segundo a Polícia Civil, Araújo conseguiu registrar certidões falsas, todas datadas de 2005. Com o documento reconhecido em cartório, ele falsificava CPFs e carteiras de identidade para abrir contas em bancos. Para isso, ele usava nomes parecidos com o dele, com o primeiro nome ou sobrenome reais.
Segundo uma fonte ligada ao promoter, essa não é a primeira vez que ele é preso. Em outra ocasião, Emílio teria sido detido por usar documentos falsos na compra de uma moto. A acusação é a mesma que levou policiais capixabas a alertarem investigadores mineiros sobre a atuação do golpista.
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