| Walsair Martins, 67, afirmou ter a consciência limpa e ainda disse que vai processar a pessoa que o acusou - Foto: AKR/JVA online |
A mãe da criança, uma mulher de 25 anos, tomou conhecimento do fato após ser informada por uma vizinha, que disse ter presenciado Walsair cometer o crime. A testemunha relatou que, ao subir a rua onde o acusado e a vítima residem, viu o aposentado sentado em uma cadeira na garagem de sua casa acariciando sexualmente a menina. Ao ser flagrado, o idoso teria se assustado e parado imediatamente de abusar da garota.
| Juntamente com a mãe, a meninafoi examinada em uma unidade municipal de saúde em Timóteo - Foto: JVA online |
“A menininha foi lá em casa. Ela estava em pé e eu sentado. Falaram que eu estava passando a mão nela, mas tenho a consciência limpa com Deus, pois não devo nada. Cheguei da igreja e guardei minha bíblia. A garota apareceu, me pediu biscoito e eu não tinha. Falei: ‘Vou te dar uma laranja’. Descasquei para dar a ela, que ainda estava em pé e eu sentado. A mulher passou lá e falou que eu estava acariciando a criança. Coisa mais horrível! Vou processá-la”, defendeu-se Walsair. “Estou com 67 anos. Já morei em Vitória (ES) e em Ipanema. Estou há quatro meses em Timóteo e tenho problemas de saúde. Sofro de falta de ar e sou portador do mal de Alzheimer. Já trabalhei em hospital, em um asilo e até em creche. O que estão dizendo de mim é uma calúnia. Jamais fui acusado de qualquer coisa e nunca fui preso”, continuou o aposentado.
Walsair afirmou ainda que é aposentado e cria uma filha, hoje com 13 anos. “Perguntem à minha filha se ao menos eu já falei bobagem com ela. Estou revoltado demais. A pior coisa disso tudo é a vergonha que estou passando sem dever. Isso é uma calúnia das maiores que pode existir. É condenar uma pessoa como estupradora. Misericórdia! Isso nunca passou na minha cabeça”, concluiu o idoso.
Estupro
Desde 2009 está em vigor a lei de número 12.015, que mudou a redação de artigos do Código Penal, entre os quais o 213, que classifica o que é estupro. Pela legislação anterior, estupro era a violência sexual praticada contra uma mulher, mas apenas quando havia “conjunção carnal”. As outras formas de sexo forçado (como oral ou anal) e atos libidinosos – independentemente do sexo da vítima – entravam na classificação como atentado violento ao pudor. Agora, essas práticas passaram a ser consideradas estupros.
Alzheimer
Cada paciente de Alzheimer sofre a doença de forma única, mas existem pontos em comum. O sintoma primário mais freqüente é a perda de memória. Muitas vezes os primeiros sintomas são confundidos com problemas de idade ou de estresse. Quando a suspeita recai sobre o Mal de Alzheimer, o paciente é submetido a uma série de testes cognitivos e radiológicos.
Walsair afirmou ainda que é aposentado e cria uma filha, hoje com 13 anos. “Perguntem à minha filha se ao menos eu já falei bobagem com ela. Estou revoltado demais. A pior coisa disso tudo é a vergonha que estou passando sem dever. Isso é uma calúnia das maiores que pode existir. É condenar uma pessoa como estupradora. Misericórdia! Isso nunca passou na minha cabeça”, concluiu o idoso.
Estupro
Desde 2009 está em vigor a lei de número 12.015, que mudou a redação de artigos do Código Penal, entre os quais o 213, que classifica o que é estupro. Pela legislação anterior, estupro era a violência sexual praticada contra uma mulher, mas apenas quando havia “conjunção carnal”. As outras formas de sexo forçado (como oral ou anal) e atos libidinosos – independentemente do sexo da vítima – entravam na classificação como atentado violento ao pudor. Agora, essas práticas passaram a ser consideradas estupros.
Alzheimer
Cada paciente de Alzheimer sofre a doença de forma única, mas existem pontos em comum. O sintoma primário mais freqüente é a perda de memória. Muitas vezes os primeiros sintomas são confundidos com problemas de idade ou de estresse. Quando a suspeita recai sobre o Mal de Alzheimer, o paciente é submetido a uma série de testes cognitivos e radiológicos.
Fonte: JVA online
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