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| Segundo a PM, o rapaz foi alvejado por uma arma de calibre 38 |
Os parentes contaram a Polícia Militar que Therliz e seu primo jogavam videogame na varanda e comiam churrasco quando ouviram disparos de arma de fogo. Naquela hora, a mãe de Therliz já tinha ido dormir.
Therliz era filho único. Quem o executou estava próximo a uma trilha, nos fundos da residência que dá acesso a um matagal. Segundo o menor, foi para esse lado que a vítima correu. Ele contou que dois sujeitos desconhecidos entraram pelo quintal da residência por um beco que dá acesso à varanda da casa. Um deles foi até onde eles estavam e efetuou alguns disparos.
FUGA
Therliz e o primo menor tentaram fugir pelos fundos da casa por um matagal. Porém, o executor já esperava pelas vítimas na trilha em que eles pretendiam escapar. O garoto recuou e se escondeu em uma das residências que fica no mesmo lote. Já Therliz não conseguiu escapar e foi alvejado por quatro disparos nas costas, braço e pernas. Ele ainda avançou alguns metros, mas acabou morrendo em seguida.
Familiares chegaram a acionar o SAMU para prestar socorro ao jovem, mas o médico Marcelo Fernandes Maia de Lima constatou o óbito. A perícia da Polícia Civil esteve no local e apontou que os projéteis encontrados próximo ao corpo da vítima provavelmente sejam de revólver calibre 38.
A Polícia Militar esteve no local, e em conversa com o garoto, foi apurado que um dos autores vestia blusa de frio cinza, calça jeans, boné cinza, e a aparentava ter 20 anos de idade. O menor possui passagem por ameaça e furto.
FICHA LIMPA
Próximo ao corpo de Therliz, os policiais localizaram um par de tênis de cor clara, da marca Nike, numeração 41. O objeto foi recolhido pela perícia. Segundo o tenente Edmar Sabino, que esteve no local do homicídio, o calçado possivelmente pertence ao executor da vítima, que o teria abandonado no ato da fuga.
Os familiares disseram que a vítima não possuía envolvimento com o tráfico de drogas e nem tinha ameaça de morte. O corpo dele foi velado na Igreja Quadrangular do bairro Limoeiro e o enterro foi no final da tarde de ontem.
A mãe de Therliz, Marina Timóteo, não quis se pronunciar sobre a morte do filho, pois estava muito abalada com o homicídio. A PM ainda não possui um suspeito pela execução. Fonte: Diário Popular

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